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Política
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PS alcançou a maioria absoluta

Vitória histórica de Walter Chicharro

03-10-2017 | JL

O PS reforçou o poder na Nazaré, nas eleições autárquicas que se realizaram no passado domingo, 1 de outubro. Walter Chicharro conseguiu a maioria absoluta, com 56,61% dos votos.
No total, a candidatura “Prometemos, cumprimos” obteve 4.047 votos, elegendo cinco vereadores. Nas eleições de 2013, tinha sido eleito com 36,59%, tendo conseguido colocar na gestão autárquica quatro vereadores.
O Partido Socialista conquistou a maioria absoluta nas três Assembleias de Freguesia do concelho da Nazaré (Nazaré, Famalicão e Valado dos Frades).
Com o resultado mais expressivo destas eleições, o presidente da Junta de Famalicão, José Ramalho, obteve mais 144 votos do que há quatro anos. O PSD foi a segunda força política mais votada, somando 187 votos (20,87%), e a CDU reuniu 41 votos (4,58%).
Em Valado dos Frades, Rui Marques (Pirralho), foi o vencedor, com 581 votos (42,41%), o que lhe dá maioria absoluta. O PSD obteve 338 votos (24,67%); a CDU 277 votos (20,22%), e o movimento “Nazaré Primeiro no Século XXI” conseguiu 76 votos (5,55%).
João Formiga, igualmente, reeleito para a Junta da Nazaré, e com maioria absoluta. 2.850 eleitores votaram no autarca (58,39%), enquanto o adversário (PSD), José Paleco, reuniu 1.207 votos (24,73%). A CDU foi a terceira força mais votada, com 331 votos (6,78%), seguindo-se o Bloco de Esquerda e o movimento Nazaré Primeiro no Século XXI que obtiveram (3,56%), e 103 (2,11%) votos, respetivamente.

A Câmara será formada por 5 vereadores do PS e dois do PSD, a única força política na oposição que ficará representada por dois eleitos: Alberto Madaíl e António Trindade.
Um resultado que não surpreendeu Walter Chicharro. “O trabalho executado, e as sondagens previamente feitas, demonstravam a possibilidade de eleição de cinco /dois, e isso concretizou-se. Nunca, no passado, existiu um cenário de 5 elementos da mesma força política na Câmara. Prevíamos uma larga vitória, e um reforço da nossa posição na Câmara e Junta de Famalicão, e subida nos restantes órgãos autárquicos, um objetivo, que achávamos que iriamos conseguir”.
A atual maioria absoluta reforça a posição do PS à frente da Nazaré, cuja autarquia foi declarada em rutura estrutural financeira, no final do mandato do PSD (2013).
“Encontramos, há 4 anos, uma Câmara virada do avesso, com uma dívida enorme, sem nada que o justificasse; abandono do espaço público e do próprio edifício dos Paços do concelho. Dirigir o concelho da Nazaré é, sempre, uma grande responsabilidade. Sentimos, agora, uma maior confiança da população, e estamos disponíveis para desenvolver mais trabalho, de relevância, que deixe os munícipes bastante satisfeitos, no seu dia a dia”.
Sobre o trabalho planeado para os próximos 4 anos, Walter Chicharro fala em “continuidade”.
“A continuidade da requalificação do espaço público, havendo já uma série de obras inscritas, tais como as da reabilitação urbana ( Largo da Fonte Velha (Sítio), Largo da Praça de Touros (Sítio); Largo da Misericórdia (também conhecido como Largo do Cemitério, na Pederneira), Mercado Municipal, Av. do Município, Av. Vieira Guimarães, Rua Sub-Vila, a Marginal da Nazaré e o interface rodoviário, intervenções previstas neste Programa (PEDU); a conclusão do Pavilhão Municipal de Famalicão; a construção do Centro Escolar de Famalicão; envio para o visto prévio do Tribunal de Contas do projeto de construção do novo Centro de Saúde, e concluir a ALE – Área de Localização Empresarial (faltam poucos dias úteis para concluir as infraestruturas), e concretizar um plano de eventos para a internacionalizar e promover a Nazaré”.
Sobre os resultados, conhecidos ao início da noite de domingo, Alberto Madail, cabeça de lista do PSD, considera que a mensagem do PSD/INDEPENDENTES “não foi acolhida pelo eleitorado.
Para o novo vereador do PSD na Câmara, que prefere deixar para mais tarde uma análise às “razões desse falhanço”, o importante é salientar o elevado valor conquistado pela abstenção.
“7634 eleitores (51,6%) não participaram no ato eleitoral por motivos diversos, e 7149 (48,4%) votantes responderam à chamada. A abstenção no concelho da Nazaré subiu em relação às autárquicas de 2013, enquanto no país diminuiu, este facto é preocupante para a democracia, especialmente por ser divergente da tendência nacional”.
Já sobre a forma como decorreu a campanha, o momento em que os candidatos conseguem passar a mensagem ao eleitorado, Alberto Madaíl refere que se fez, da parte do PSD, “uma campanha que a todos deve orgulhar, aqui, manifesto publicamente a minha gratidão a todos os candidatos das nossas listas que dignificaram a democracia, sem a vossa disponibilidade para a causa pública não seria possível irmos a votos. Percorremos o concelho todo, apresentámos as nossas propostas para melhorar a vida dos munícipes, criar emprego e riqueza, eliminar assimetrias, dotar todo o território de serviços públicos, infraestruturas e transportes, etc., temos o sentimento do dever cumprido”.

Ao contrário do que afirmam os socialistas, o PSD considera que esta foi uma campanha limpa “diria até exemplar, sem difamações ou vandalização de propaganda, alertámos a população para o que consioderamos menos correto numa gestão autárquica, não pdemos ser acusados de pecarmos pela ausência, cumprimos a nossa missão, coube ao eleitor decidir, é assim a democracia”.
Como futuro representante do PSD na oposição, Alberto Madaíl fala na sua defesa do interesse do concelho, “apresentar propostas que consideramos imprescindíveis para melhorar a qualidade de vida dos munícipes. Fazer uma oposição construtiva, baseada nas propostas que apresentámos ao eleitorado”.
O reequilíbrio estrutural da Autarquia é uma das principais preocupações do PSD, que diz ser também “aquilo que todos os munícipes do nosso concelho desejam, equilibrar as finanças do município, aliviar o esforço contributivo das famílias, dotar todo o concelho de infraestruturas básicas, transportes públicos, educação, saúde, assistência social, animação cultural, investimento público e privado de forma a criar postos de trabalho, fixar e atrair população jovem. Dinamizar a economia do concelho, no turismo, na indústria, na pesca, na agricultura, na construção civil, no comércio e serviços. Melhorar e aumentar a oferta dos serviços de saúde, do ensino público gratuito e do ensino profissional, dotando o novo centro de saúde de mais valências e prestação de exames complementares de diagnóstico e tornar atrativas as nossas escolas a fim de estancar o êxodo dos nossos alunos. Acabar com o caos no trânsito e estacionamento nas épocas de maior afluência de visitantes. Rigor na despesa pública, nomeadamente nos salários dos cargos políticos, rigor na contratação pública, cumprimento da legislação em vigor, garantir efetivo retorno para a economia local com a realização de eventos promocionais do concelho.
Se tivesse saído vencedor das eleições do passado domingo, Alberto Madaíl assegura que implementaria, nos primeiros 100 dias de mandato, várias medias, entre as quais “uma auditoria externa e independente para apurar a real dívida do município e implementar medidas de rigor na despesa com vista à eliminação de desperdícios. Elaborar um plano de redução de dívida para atingir o mais rápido possível o equilíbrio financeiro tendo como objetivo principal baixar taxas e impostos, aliviando as famílias e tornando o concelho da Nazaré mais atrativo para o investimento. Repor o horário do elevador. Cumprir a sentença do tribunal, reintegrando os funcionários da NQ despedidos ilegalmente. Instalar mais empresas na A.L.E. em Valado dos Frades, criando mais emprego. Concretizar intenções de investimento turístico. Iniciar estudo de tráfego viário e estacionamento”.

Do lado da CDU, que apostou em António Santos, como cabeça de lista à Câmara, a subida de votação, face às autárquicas de 2013, a manutenção de representantes desta força política na Assembleia Municipal e a forma como decorreu a campanha são alguns dos destaques de um ato eleitoral que decorreu dentro da normalidad
e.
“A votação obtida, ainda que tenha subido relativamente às eleições anteriores, ficou aquém do que era esperado pela CDU, pois, entre outras, não conseguimos ainda desta vez colocar um vereador no executivo municipal da Nazaré. No entanto, conseguimos subir o número de votos no concelho, o que se manifestou na eleição de dois elementos para a Assembleia de Freguesia do Valado dos Frades, mais um do que em 2013. Um elemento para a Assembleia de Freguesia da Nazaré, onde não tínhamos eleitos há cerca de 20 anos. E mantivemos os dois membros na Assembleia Municipal da Nazaré que já tínhamos. Pelos resultados obtidos, consideramos que demos passos em frente e que há muito trabalho a desenvolver”.
Sobre a campanha eleitoral e a mensagem que passou ao eleitorado, António Santos fala de uma ação “modesta e apenas direcionada para a informação política que julgámos poder interessar à população. Não entrámos em confrontos pessoais e não gostámos que isso tivesse acontecido na Nazaré. Posso até pensar que isso beneficiou quem veio a ganhar”.
“Investimos o que entendemos ser suficiente para realizar uma campanha digna e, por respeito àqueles que têm dificuldades financeiras e que vêem nas campanhas eleitorais uma despreocupação dos políticos, não entrámos, nem podíamos, em loucuras. Talvez por isso, ou por outro qualquer fator, não tivéssemos chegado a mais pessoas. Temos, ainda assim, a consciência tranquila pelo trabalho desenvolvido e por termos conseguido ter os pagamentos da campanha eleitoral assegurados antes do acto eleitoral. Isso é o mais importante, até porque tudo foi feito em empresas da Nazaré.”
Mesmo sem ter sido eleito, António Santos acredita que as propostas que apresentou ao eleitorado irão ter desenvolvimentos. “Acreditamos que, mesmo não estando no executivo, parte do nosso programa eleitoral vai ser cumprido por quem ganhou as eleições, na medida em que as nossas propostas são, além de necessárias, exequíveis. Isso já aconteceu com muitas no passado e esperamos vir a ver algumas concretizadas no futuro, para bem das populações.
Já sobre o próximo mandato, sob a maioria absoluta do PS, António Santos refere, como maior desejo, “que o próximo executivo trate todos os eleitos de forma igual. Todos somos portadores de sentimentos diferentes e por isso não podemos nem devemos ser apontados e separados em bons e maus. Há que respeitar todos e não promover mais ódios. Quem tem que resolver as questões de todos não pode olhar só para alguns. Até porque, há, quem, em última instância, julgue e condene quem prevarica: O povo!”.
“Uma das coisas que entendo ser muito importante para o próximo mandato, é que o novo executivo estude a melhor forma de renegociação da dívida da autarquia e promova todos os seus esforços, no sentido de a poder reduzir para níveis que permitam baixar impostos e custos de bens de primeira necessidade às populações do concelho. Essa é, aliás, uma das suas propostas”.
António Santos foi uma das vozes mais ouvidas nas sessões das Assembleias Municipais, portador de dezenas de moções assinadas pela CDU. Nos próximos 4 anos, ficará sem qualquer cargo autárquico, mas “continuarei a integrar e a apoiar o grupo de trabalho da CDU. Nada me vai inibir de continuar a aparecer nos lugares públicos onde se debate a política nazarena, sempre que o entenda, e aí continuar a defender o que tenho defendido e protegido: toda a população do meu concelho”.
“Faço votos para que se governe com responsabilidade, para que a população não se arrependa e não venha a pagar a fatura da escolha que fez. Aproveito para agradecer a todos os habitantes do concelho que nos confiaram o seu voto e assim nos dão a força necessária para continuarmos a lutar por todos os nazarenos. Não se vão arrepender”.
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