Login  Recuperar
Password
  25 de Agosto de 2019
Estão utilizadores online Existem actualmente entidades no directório

Pode fazer o registo (grátis) do seu mail pessoal/ profissional e ter acesso privado, password e serviços personalizados, nos sites e redes sociais dos jornais. Terá uma assinatura digital de Grupo (gratuita), mas personalizada. Pretende registar-se?

Registar-se com o seu email pessoal/ profissional

(aguarde 5)
Siga a nossa página Google Plus Siga a nossa página Facebook Siga-nos no Twitter Siga-nos no Picasa Siga-nos no YouTube Dispositivos móveis Assine a edição impressa
Opinião
Gravar em PDF    Imprimir    Enviar por email   Diminuir fonte   Aumentar fonte

Eu Pescador me Confesso

COM PAPAS E BOLOS…

Era suposto, quando aderimos à União Europeia, que esta considerasse os países aderentes como um todo. Através do processo de ajustamento, os países mais pobres e com economias mais débeis iriam ser reabilitados...

24-02-2015 | Armando Lopes

O que implicaria que os países mais ricos lhes assegurassem o crescimento económico e garantissem aos seus cidadãos igualdade de oportunidades e tratamento. Uma tarefa difícil mas possível, que exigiria medidas responsáveis e honestas.
Sabemos hoje em dia que o que aconteceu aqui não foi nada disso. Foi antes um processo maquiavélico, determinado pela Alemanha e executado pela “troika”, com a conivência de um Governo subserviente. A ajuda concedida em lugar de nos reabilitar causou-nos problemas gravíssimos. Destruiu-nos a economia, produziu-nos milhares de desempregados, reduziu-nos drasticamente o Estado social, criou-nos uma dívida acumulada incomportável e roubou-nos o futuro, esmagando a classe média e forçando a emigração dos nossos jovens mais qualificados. À custa deste empobrecimento provocado nos países do Sul, a Alemanha resolveu os problemas da sua banca, aprofundando ainda mais as desigualdades existentes.
É verdade, como o Governo diz com baba e ranho, que reduzimos o défice e que o nosso PIB cresceu ligeiramente. Mas o presente mostra-nos um país devastado, com menos património, com menos gente qualificada, com menos jovens, com serviços degradados, com níveis de pobreza elevadíssimos e com um futuro altamente comprometido. Tudo porque a subserviência e a cegueira governamentais os impediu de verem a realidade. E a realidade é a de que nos endividamos irresponsavelmente, e vamos agora ser obrigados a pagar um serviço da dívida que não tem em conta o défice da balança comercial nem nos garante a fluidez económica.
Tags:
COMENTÁRIOS
Deverá efectuar Login ou fazer o Registo (Grátis) para poder comentar esta notícia.
pub
Booking.com
Ciência & Tecnologia

A carregar, por favor aguarde.
A Carregar

    Notícias Institucionais

    A carregar, por favor aguarde.
    A Carregar

      Turismo de Coruche

      [Titulo] [Titulo]

      [Inserir descrição]

      [Titulo] [Titulo]

      [Inserir descrição]

      [Titulo] [Titulo]

      [Inserir descrição]

      [Titulo] [Titulo]

      [Inserir descrição]